Qin Xiao atravessou para um mundo paralelo e obteve um tesouro supremo do taoismo. Ajudando os outros a fazer previsões e praticando o bem para acumular virtude, ele podia ganhar méritos. Na sala de
Na manhã de março, a cidade de montanha verde estava coberta por uma densa névoa.
Nos arredores, dentro de uma casinha velha de dois andares, um jovem tão bonito que faria inveja a qualquer um descansava numa cadeira de madeira no sótão, aproveitando o sol.
Chamava-se Qin Xiao.
Há dez minutos, ele havia atravessado para este mundo.
O corpo que agora habitava tinha o mesmo nome e sobrenome que o dele, e era um pequeno taoísta.
No mês anterior, o mestre do pequeno taoísta havia falecido, deixando para trás aquela casa de dois andares.
Antes de partir, já ofegante e à beira do fim, o mestre o advertira repetidas vezes para nunca subir ao sótão.
Passado um mês, a curiosidade o venceu; na noite anterior, ele subira escondido.
Mal entrou, tropeçou numa conta e bateu a cabeça no canto da mesa.
Seguiu o mestre para o outro lado.
Qin Xiao sacudiu a cabeça, tentando recuperar a lucidez.
De repente, um clarão dourado riscou o ar e mergulhou entre as sobrancelhas dele.
No mesmo instante, surgiu em sua mente uma esfera de ouro.
No canto superior esquerdo da esfera, duas formas semelhantes a chifres de boi começaram a se delinear lentamente.
Qin Xiao reconheceu aquilo: era um instrumento de adivinhação chamado copos de divinação.
Antes que pudesse entender o que acontecia, a esfera em sua mente irrompeu em uma luz suave, e uma avalanche de informações inundou-lhe a consciência.
Pouco depois, os olhos de Qin Xiao se encheram de espanto.
Aquela esfera era, na verdade, um tesouro supremo