Meu nome é Wang Sorriso, e não é uma piada. Querem que eu me case com a princesa? Por favor, não brinquem comigo, sou claramente um tolo. Como assim? O império está à beira da destruição, e ainda quer
Na longa rua, uma criada graciosa caminhava com elegância. Zhang Heng, sentado junto à janela no segundo andar de uma casa de chá, deixou seu olhar pousar sobre ela e não pôde deixar de se surpreender. Era uma jovem de dezoito anos, radiante em sua juventude.
Mal havia feito um elogio silencioso em seu coração, Zhang Heng viu a criada puxando um jovem de vestes luxuosas. O rapaz tinha cerca de catorze ou quinze anos, mas seu semblante era como um belo jade, sereno e refinado, com um porte que não era comum.
“Quem é aquele?” perguntou Zhang Heng.
Sentado à sua frente à mesa estava Deng Jingrong, um homem de meia-idade, antigo escrivão dos Comandantes das Cinco Cidades da capital, bastante familiarizado com a região.
Deng Jingrong olhou pela janela e logo entendeu a quem Zhang Heng se referia, mas confirmou: “O senhor está falando daquele jovem cavalheiro?”
Zhang Heng sorriu com leveza: “Embora jovem, parece ter algo de especial. Deve ser alguém de importância.”
O que ele insinuava era: se a família do rapaz fosse de destaque, seria interessante estabelecer algum vínculo.
Deng Jingrong, solícito, serviu mais chá a Zhang Heng: “Aquele é o terceiro filho da família Wang, chamado Wang Xiao.”
“A família Wang, que vende vinho?”
“O senhor conhece também?”
Zhang Heng sorriu interiormente. Por mais rica que fosse, a família Wang era apenas de comerciantes, enquanto ele era um distinto acadêmico. Poderia até se relacionar, mas não deveria ser o primeiro a iniciar.
Pensando assim, fingiu surpresa: “Então é o terceiro